Instalando o Office 2007 no wine
Sim, eu sei que existe milhares de office suites para linux, o problema é que muitas empresas no mercado tem um tipo de fetiche pra te forçar a usar o maldito OOXML, e muitas vezes não permite nem que tu use um doc normal… Meu ultimo trampo tinha este problema. Esta matéria foi escrita na época que eu estava nesta empresa e precisava usar Office 2007 mas simplesmente não agüentava mais os problemas do Windows…. Bem, vamos lá:
- Baixe e instale o crossover-game trial at codeweavers (sim, crossover games)
- Instale a ultima versão do wine (quanto mais nova melhor).
- Baixe o winetricks aqui e jogue para o seu /usr/local/bin.
- Agora, abra um console e digite winecfg para criar uma configuração inicial para o wine.
- Use o winetricks para instalar os seguintes pacotes: dotnet11, dotnet20, gdiplus, msxml3, msxml4, msxml6, riched20, riched30, vcrun2005sp1 and vcrun2008.
- Agora, vá até /home/<seu usuário>/.wine/drive_c/windows/system32 e renomeie o rpcrt4.dll para rpcrt4.dll.bak
- Copie o /opt/cxgames/lib/wine/rpcrt4.dll.so para /home/<seu usuário>/.wine/drive_c/windows/system32/rpcrt4.dll (isso mesmo, sem o .so).
- Monte o dvd/cd do office com a opção -o unhide (Não me pergunte porque, mas se tu deixa instalar automatico, ele simplesmente da um sumisso em alguns arquivos).
- Vá até o diretorio do cdrom e execute wine setup.exe
- Após a instalação terminar, você pode desinstalar o crossover trial e remover o rpcrt4.dll usado (do contrário, você quebrará o trial).
Obs.:
1) MS Project e MS Outlook não funcionam.
2) MS Visio funciona.
3) Sim, é possível ativar via internet e também usar os updates.
4) Alain reportou que quando instala o .net 1.1, ele pede pelo ie5, mas sem o .net 1.1 a instalação continuou.
5) PowerPoint não funciona com todo mundo (não sei porque)
Comandos básicos para TSM
SEMPRE que eu preciso analisar alguma coisa, eu nunca lembro do comando. Então tá aqui uma lista bem util.
Autenticando o SQUID no AD.
1. Requerimentos
Conhecimento básico em AD, Kerberos, Samba, Linux e Squid. Todos os pacotes relacionados. O servidor Windows 2003 deve estar acessível pelo proxy e *PRECISA* ter um WINS server funcionando.
O linux pode ser qualquer distribuição (desde que você saiba o que e como está fazendo).
- Kerberos5 (clients, libs, services, servers, etc)
- SQUID (v2.6)
- Ntp
- Samba (com winbind)
2. Introdução
Nós temos dois tipos de autenticação:
A Autenticação NTLM é automatica, o proxy recebe o pedido de autenticação e automaticamente autentica com o AD, efetuando o login.
A Autenticação Básica é a mais trivial, com “user input”.
O melhor ponto do NTLM, é o fato de ser transparente para o usuário, mesmo que o browser seja fechado.
3. Preparativos
Os servidores:
|
Domain Controller |
Proxy |
|
Microsoft Windows Server 2003 Enterprise |
Any Linux |
|
atenas.lab.wtf.br |
oslo.lab.wtf.br |
|
10.0.0.4 |
10.0.0.6 |
Primeiro, edite o /etc/hosts do linux:
|
10.0.0.60 oslo.lab.wtf.br oslo |
Agora, edite o /etc/krb5.conf:
|
[libdefaults] default_realm = LAB.WTF.BR v4_instance_resolve = false clockskew = 300 v4_name_convert = { fcc-mit-ticketflags = true [realms]
[logging]
|
Agora precisamos sincronizar os relogios. Primeiro, sincronizaremos o linux server:
|
# ntpdate pool.ntp.org |
E então, o servidor windows:
|
C:\> net time /setsntp:pool.ntp.org |
Edite o /etc/nsswitch.conf, e modifique as seguintes linhas…
|
passwd: compat |
…para que fique assim…
|
passwd: compat winbind |
4. Samba/Winbind
Edite o /etc/samba/smb.conf e deixe +- assim:
|
[global] |
Após o SAMBA ter sido devidamente configurado e reiniciado (reinicie o o winbind tambem), vamos fazer o proxy conectar no AD:
|
# net ads join –U Administrator –S lab.wtf.br |
Após entrar com a senha, você verá algo parecido com isso:
|
# net ads join –U Administrator –S lab.wtf.br |
É possivel verificar melhor com os seguintes comandos:
|
wbinfo –t |
Verify connections |
|
wbinfo –u |
List all users in AD |
|
wbinfo –g |
List all groups in AD |
5. Preparando o SQUID
Modifique o /etc/squid/squid.conf para que fique tipo este:
|
http_port 3128 |
6. Testes
Vá em alguma maquina windows, configure o browser para usar o novo proxy e tente acessar alguma pagina. Após acessar, de uma olhada no /var/log/squid/access.log e veja se está tudo certo
Você pode ainda usar algumas regrinhas básicas de firewall para tornar o proxy transparente.
Diagnosticos no AIX
Eu possuo uma lista pessoal de diagnósticos (Quality Assurance). Bastante util quando se tem uma lista grande de maquinas para analisar.
|
Model name |
lsattr -E -l sys0 | grep modelname |
|
AIX Version |
oslevel –fr |
|
Filesets |
instfix -i | grep AIX |
|
Processors |
lsdev | grep proc |
|
Memory |
svmon –G |
|
Disk Space |
lsvg –o | lsvg –i |
|
Mirroring |
lsvg –o | lsvg –i –l |
|
Boot |
bootlist –m normal –o |
|
Hardware configuration |
lscfg |
|
Diagnostic |
diag |
|
Users |
cat /etc/passwd |
|
Detailed errorlog |
errpt -a |
|
Inittab |
cat /etc/inittab |
|
Dump device |
lslv –l <dump device> |
|
Physical disks |
lspv |
|
Volume Groups |
lsvg |
|
Logical volumes |
lsvg –o | lsvg –i –l |
|
Mount |
mount |
|
Paging Space |
lsps –a |
|
Inetd |
cat /etc/inetd.conf |
|
Configured network interfaces |
ifconfig –a |
|
NFS |
exportfs |
|
Kernel |
bootinfo –y |
|
Multithread |
smtctl |
|
Filesets |
lppchk –v |
|
I/O and VM Diags |
topas vmstat 1 10 iostat 1 10 |
Reboot Checklist para AIX
Checklist para reboot de um sistema aix:
1) Verificar quais discos estão no rootvg.
2) Reescrever os bootdisks do rootvg;
3) Verificar ordem de boot;
4) Setar a ordem do boot;
1) Verificar quais discos estão no rootvg:
# lspv | grep rootvg
hdisk0 00012998b87370f6 rootvg active
hdisk1 00012998180a047e rootvg active
2) Reescrever os bootdisks do rootvg:
# bosboot -ad hdisk0
bosboot: Boot image is 20726 512 byte blocks.
# bosboot -ad hdisk1
bosboot: Boot image is 20726 512 byte blocks.
3) Verificar ordem de boot:
# bootlist -m normal -o
hdisk0 blv=hd5
4) Setar a ordem do boot:
Ver onde a partição de dump está localizada:
# lslv -l lg_dumplv
lg_dumplv:N/A
PV COPIES IN BAND DISTRIBUTION
hdisk1 016:000:000 0% 016:000:000:000:000
Neste caso, é melhor que o hdisk1 seja o promeiro na ordem de boot (apesar de ambos bootarem simultaneamente):
# bootlist -m normal hdisk1 hdisk0
# bootlist -m normal -o
hdisk1 blv=hd5
hdisk0 blv=hd5
Source: Kairo Araujo
Tivoli Storage Manager Client + Gentoo (64 bits included)
Antes de começarmos, devo ressaltar que Gentoo Linux não é homologado pela IBM para o uso deste tipo de ferramenta.
O TSM é uma ferramenta da Tivoli (IBM) usada para backups. O Tivoli é atualmente (IMHO) a melhor ferramenta de backup do mercado devido a sua complexidade de eventos, configuração, manutenção e suporte a diversas libraries e robôs disponiveis da IBM (que IMHO tambem são as melhores do mercado).
O TSM é homologado atualmente para funcionar em linux comerciais como SLES e RHLE. Por motivos óbvios, a IBM homologa equipamentos somente em versões corporativas de distribuições, devido ao tipo de suporte a empresas de médio e grande porte e por servidores high-end. Mas nada impede que podemos colocar um servidor gentoo de nossa corporação funcionando com a solução.
O TSM Client é atualmente homologado oficialmente apenas para Linux de 32 bits.
Neste tutorial, pretendo mostrar a instalação do TSM Client no Gentoo, englobando principalmente a plataforma 64 bits.
Depois de ter os pacotes TIVsm-API.i386.rpm e TIVsm-BA.i386.rpm em mãos, vamos convertelos para cpio e fazer a instalação manualmente (primeiro a API e depois o BA):
# rpm2cpio TIVsm-API.i386.rpm | cpio -idmv
# rpm2cpio TIVsm-BA.i386.rpm | cpio -idmv
Após termos descompactado os arquivos para o seu local, podemos usar o rpm (sim, novamente):
# rpm –nodeps -hiv TIVsm-API.i386.rpm TIVsm-BA.i386.rpm
Para a versão 64 bits do sistema, tenha certeza que os pacotes de compatibilidade 32bits estão instalados:
# emerge -pv emul-linux-x86-baselibs
Depois, tenha certeza que o client possui todas as libs necessárias para o seu funcionamento:
# ldd /opt/tivoli/tsm/client/ba/bin/
A configuração do TSM fica por sua conta.
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